Rapaz, final de semana maluco esse. Maluco no sentindo de "do caralho"! Rs. Negócio é o seguinte, já falei inúmeras vezes que trampo com uma banda, e que um dia ia falar como é esse trampo. Chegou a hora. Não vou falar de um dia comum, e sim de uma viagem, o que é melhor do que qualquer dia comum!
Roadie, é assim que chama os "contra-regras" das bandas, quase sempre das de rock. E é isso o que eu sou, um Roadie. Mais especificamente o "zerodois" da Banda O Verbo. Juntamente com o Arley (o "zeroum") faço a parte pesada do processo de um show. A gente assume as identidades de Macaco e Verbin, vestimos preto e mandamos sair (de cima do palco por exemplo) rs! Rapá, tem outra não, saber comé a vida de um Roadie, só sendo um pra saber. É massa, cansativo, as vezes estressante, porém é recompensador, prazeroso, encantador, uma experiência única sobretudo para quem curte música, boa música, e trabalha com uma banda competente como é o caso da O Verbo.
Espero que já tenha dado para entender o que faz um Roadie, agora vamos aos "causos". Esse fim de semana a Banda O Verbo foi tocar em Juazeiro do Norte, e eu estava na "bagagem" como um bom roadie deve ser. E vou agora para um diário de como foi a viagem, para os amigos que querem notícias, e para os fãs da banda que não puderam curti-la nesse sábado em sua cidade local, Fortaleza, sobretudo no Hits Brasil, casa onde a banda se apresenta com uma agenda fixa, todos os sábados.
Espero que já tenha dado para entender o que faz um Roadie, agora vamos aos "causos". Esse fim de semana a Banda O Verbo foi tocar em Juazeiro do Norte, e eu estava na "bagagem" como um bom roadie deve ser. E vou agora para um diário de como foi a viagem, para os amigos que querem notícias, e para os fãs da banda que não puderam curti-la nesse sábado em sua cidade local, Fortaleza, sobretudo no Hits Brasil, casa onde a banda se apresenta com uma agenda fixa, todos os sábados.
Diário de Bordo - Parte 1
Sábado 5h - Saída de Fortaleza. Logo pela manhã bem cedo estávamos todos de pé carregando o equipamento na van. Acordamos juntos com o sol para viajarmos tranqüilos, acordar cedo é coisa fácil você deve estar dizendo, só não é tão fácil depois de tocar até as 23hs do dia anterior e chegar em casa por volta de 1h e ir dormir mais tarde ainda, as 3:45 como foi meu caso, para fazer os preparativos finais. Últimas peças de roupas na mochila, pilhas e carregador para a câmera, seleção de mp3 para o player companheiro de viagens longas e os "infaltáveis" e providenciais lanches. Uma mochila inteira só para eles. Bem, sendo assim uma viagem bem tranqüila se segue, e pode-se dormir um pouco mais[da esq. para a dir.: Verbin, Ponciano (baterista) e Eu dormindo]
ou até demais...
Logo após atravessar uma barragem transbordando. Feito obtido com sucesso pelo o motorista Mr. Simpatia, nosso glorioso e delicado (feito um rinoceronte) Crisóstomo, mais conhecido pela alcunha de Fred Mercury. O Fred!
[Esse é o Crisóstomo, o nosso Fred. Essa foi a cara que ele fez quando pedi para sorrir para a foto. Acho que ele tava sorrindo sim.]
Bem e após algumas horas de viagem chegamos ao hotel em Juazeiro. Estrutura boa pacas. Quartos bons, confortáveis. Banheiros limpos. Ar-condiconado funcionando perfeitamente bem. Com internet wireless que Graças a Deus funcionou de prima tornando assim possível que nosso baixista Wilson pudesse ter mais tempo de convívio com o resto da galera (rs). E ainda tinha uma piscina que foi área para competições de nado cronometrado entre Eu, Verbin, Alex (guitarrista) e Wilson. Mais tarde Ponciano juntou-se à turma. E um gramado que foi rapidamente adaptado para arena de treino de judô. Levei umas quedas "valendo" ali, o único problema foi a coceira que tomou conta das costas de quem se arriscou a fazer do verde um tatame.

[Hotel Recanto da Lagoa - Internet Wireless que funcionava, uma piscina de "competição" e um "tatame" verdinho]
Depois do almoço, de uma cochilada para os mais coroas (Mauro sabe fazer outra coisa além de dormir?) e de horas na piscina até ficar com pele de maracujá, nos tomamos banho e fomos conhecer o lugar em que tocaríamos numa cidade ali vizinho, e passar o som. O show seria no PY Club, a passagem de som levou horas, a casa tem uma ótima estrutura, e um camarim que nos rendeu horas de leitura (humorística). Já na passagem de som deu pra sentir o "peso" que seria o show. Aquela noite prometia...
[Mauro (vocalista) na passagem de som]
Amanhã mais fotos da Passagem de som, o jantar tão esperado (esperado mesmo), a recepção que foi armada para a banda no camarim da PY Club e o "Antes, Durante e Depois do show". Até lá!
To be continued...




4 comentários:
Que emoção, agora quero saber do resto, beijos.
Massa...
Falta o resto...
mas foi uma ótima jogada pra criar em nós uma expectativa pelo
próximo capitulo
Ficou massa
Lukinha, ficou muito legal...Dá próxima vez quero ir junto, viu? Beijãooo!!!
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