Ó eu aqui de volta. Para a segunda parte do diário de bordo São Luís. Sem embromação, vamos ao que interessa:
12 de junho de 2008 , quinta-feira. 7h Tetê me acordava depois de eu já ter desligado uma pá de vezes os meus despertadores. Acordar cedo nunca foi o meu forte. Daí veio aquele café reforçado. E no meu celular já havia mensagem da Jamile avisando de sua chegada à São Luís de madrugada. Logo meu primo Wilkinson está por ali pronto para ir me deixar ao centro de convenções do Sebrae. No caminho ele me leva na casa de seu irmão, Maxwell, é aew q conheço mais um primo. Maxwell ficou responsável de ir me pegar na hora do almoço, e mais tarde na hora de voltar para casa... Mas até lá, eu já estaria “solto” em São Luís e passaria a andar em busões de galerão e dispensar as caronas. Eu ia parar de dar trabalho aos parentes que estavam sendo gentis paca!
8h – Lá estava eu no Centro de Convenções do Sebrae, onde já haviam vários estudantes de vários estados do Nordeste. O mais interessante era a grande estrutura que estava sendo montada bem em frente ao Centro. Ia ter uma festa ali, e das grandes... Lá dentro já estava acontecendo o credenciamento e eu sozinho, me sentindo um zé ninguém me dirijo à fila que englobava os nomes que iniciavam com a letra "L" e foi um pouco difícil para os monitores encontrarem o meu crachá, eu devia ter avisado que não procurassem um "Lucas", mas sim um "Macaco". Lembro da cara que elas fizeram ao ver aquele nome no crachá. Elas se entreolharam sem conseguirem disfarçar o estranhamento. Eu fiquei meio sem jeito, afinal, o Macaco não estava em casa, ali eu não poderia ser bem visto tentando tornar público meu “lindo” apelido. Inventei a desculpa de que um amigo teria feito minha inscrição pela net, e para sacanear ele teria colocado meu apelido ao invés do nome. Bullshit! Eu mesmo fiz minha inscrição e decidi levar a alcunha de Macaco para a Ilha do Amor! E logo o "Macaco de Fortaleza" estava devidamente credenciado e pronto para desfrutar de uma das oficinas. Havia poucas e com vagas limitadas, mas ainda deu tempo de garantir a minha em "Música Eletrônica", eu nem imaginava o quanto àquelas vagas limitadas ainda causariam confusão, e o que era mais interessante, a confusão seria causada pelos estudantes de minha faculdade, que eu nem imaginava que ia conhecer.
8:30h – Estava eu sentado em uma das mesas da cantina, sozinho, esperando a Jamile aparecer. Que chato, finalmente eu sabia o que era estar em meio a uma multidão e se sentir só. Foi então que percebi que ao meu lado tinha uma mesa com três jovens estudantes que eu estava reconhecendo de algum lugar. À minha frente duas belas garotas que pareciam ter saído de um filme. Eu senti a vontade de me juntar a alguma daquelas mesas. Não queria ficar só, não faz parte de mim ficar só. Foi então que a mesa do lado pediu para uma das meninas da mesa da frente tirar uma foto deles, as duas mesas se juntaram e começaram a conversar e a se conhecerem. E eu? Ainda só. Cadê você Jamile? Levantei dei uma volta e foi quando ouvi o único garoto da mesa que se formou ao meu lado dizer que eles fariam a oficina de Música Eletrônica. Bingo! Eu agora tinha um gancho para me juntar à mesa. Me levantei e perguntei: "Oi gente, posso me juntar a vocês? Ouvi dizer que vão fazer Música Eletrônica e achei que a gente já podia ir se conhecendo." E pensei Macaco você é muito cara de pau! Mas e daí, afinal, se eles não gostassem de mim, logo a gente não ia mais se ver mesmo. Vieram as apresentações, as duas belas meninas eram Maira e Marcela, de São Luís mesmo, e os jovens eram Sabrina, Nayana e Davi de Mossoró no Rio Grande do Norte. Foi então que descobri de onde eu conhecia aqueles três, Davi, Nayana e Sabrina vieram no mesmo vôo que o meu para São Luís, putz, muita coincidência, e ainda fariam a mesma oficina. E falando em oficinas, logo as pessoas já estavam indo para a suas salas. Nos levantamos, eu e os outros nos despedimos de Maira e Marcela depois de trocar msn’s e celulares e fomos para a sala de ME (Música Eletrônica) ainda sem a companhia de Jamile. No caminho para a sala vi alguém com um crachá virado de costas e com o verso escrito com letras garrafais o manifesto: “Se Eu Soubesse Não Tinha Nem Vindo!” Putz, pensei, cara se mata! O cara acabou de chegar em São Luís e já ta reclamando? O problema é que eu não fazia a menor idéia do que realmente o cara tava “reclamando”, só mais tarde eu saberia que aquele manifesto fazia todo o sentido do mundo, e saberia quem foram os idealizadores do próprio. E jamais conseguiria me “livrar” daqueles “revolucionários”, mas já ta tarde, e eu tow morrendo de sono, por isso vou deixar para terminar a descrição do primeiro dia amanhã!
Bjaum Má!

[Mais uma vez Rodrigo acompanhado do seu tio Maxwell]

[Centro de Convenções do SEBRAE - Começou! Logo aquele lugar seria palco de muita comédia]

[E do outro lado... - A noite prometia!]

[Tapete vermelho para os Estudantes \o/]

[Mesa de Credenciamento - Não, não procura no "L", procura no "M" de Macaco ^^]

[Maira]

[Marcela]

[Davi]

[Nayana]

PS².: Pra galera do Intercom que andou lendo isso aqui, obrigado pelos comentários, e pela atenção... espero estarem gostando de verdade e que gostem ainda mais do que estar por vir...
PS³.: O Dani foi o primeiro a me falar sobre o nome da Serpente, mas também quero agradecer à Nayara que comentou sobre minha mancada. A Serpente gigante da Lagoa da Jansen não tem nome, coitada, Jansen, na verdade, era uma poderosa mulher que morou na cidade. Já a lenda da Serpente fala que ela está adormecida sob a cidade, que cresce um pouco a cada dia e que no dia que a cabeça tocar no rabo ela despertará fazendo toda a cidade ruir para dentro do oceano o_Ô Acho até que a raiva dela faz sentindo, pois é o fato de a Serpente ser uma moradora tão antiga da cidade, de ser homenageada até com uma estátua lá na Lagoa, mas ninguém saber o nome dela. Poxa povo de São Luís sacanagem viu, ninguém nunca quis saber o nome da Fera que vai "ferrar" vocês? Vou então dizer uma coisa para vocês, a serpente me falou o nome dela, mas eu NÃO DIGO!
[A tal da Serpente "Anônima"]

10 comentários:
Cara... tow ansiosissimo pra saber como termina essa história... serah q eu entro nela??
hehehe... vlw macacão!!
vaaaaaaaaaaaaalha, olha a minha pessoa ai
Oo'
=)
te mais macaco, vai pro nacional neh?
Nossa, só meninas lindas hein Lú, dev e estar se achando no meio de tantas beldades. E seu diário tá demais, não é pra menos que tenha tantas visitas. Ahh deixa eu te falar, não fui muito bem no vestibular, acho que se passar vai ser lá pelas últimas vagas, snifff, mas to rezando mesmo é pra passar, reza também viu? Beijos
rsrsrsrs ... tu é um gênio mah ... rsrsrss
ta ficando massa rsrsrs
HAUAHAUAHAUAHUA...nem percebi isso no outro post, realmente a serpente não tem nome e nunca nem tinha percebido que ela não tem nome!!
hehehehehehe
Tudo bem que me chamam de lili, mas como que meu apelido veio parar aqui???? Eu posto e aperece lili...hauahauahauahauahauahua
Emilly - SL - MA
E não é que a serpente não tem nome, coitada. A raiva é dupla, não tem nome e ainda mergulharam ela em água de bosta. o__O
Coitada², quando acordar não vai só acabar com a cidade... vai fazer algo pior que eu n sei o que é... e... ah!... sei lá! :S
Vamos fazer uma enquete? Ela poderia se chamar Cobra Qualhira, Cobra Xiri, Cobra Xiri Para Qualhiras Baitolas Mahh Fi di puta. Ó ultimo nome fiocu ótimo, né?! xD
Termina logo essa história, to pra ter um parto de ansia. E a, tbm conheço as duas meninas, a Maira estudou no mesmo colégio que eu e a Marcela eu conheci lá no intercom :~
Abs, qualhira.
tô loooouca pra ler o resto!
:*
hasuhsauhsauhusahuhsah...realmente a serpente deve estar puta pq não tem um nome, logo ela não tem identidade tbm!rs...
Gostei da idéia do Daniel, de fzr uma enquete pra dar um nome pra serpente!! =D
E o diário continuo óóóóóóóteeemmoo!!!Tô só aguardando os próximos "episódios" ...
Bjoks
=***
Postar um comentário